FUNERAL DE PRIMEIRO VICE-PRESIDENTE DA ANP

Realizou-se hoje dia 5 de agosto, o funeral do Inácio Gomes Correia (Tchim), Primeiro Vice-Presidente da Assembleia Nacional Popular da Guiné-Bissau e Deputado da Nação eleito na lista PAIGC, no Cemitério Municipal de Bissau.

Os deputados da Nação despediram-se de Inácio Gomes Correia ‘em lágrimas’, no ato de homenagem no parlamento.

O presidente da ANP, Cipriano Cassamá com lágrimas nos olhos, lembrou de António Inácio Gomes Correia, como um homem ‘calmo’, um conselheiro e um amigo. Disse que Tchim deixou órfão a Guiné-Bissau.

Cassamá contou que o malogrado soube sempre desempenhar suas funções sabiamente e de uma maneira fiel. “Foi uma figura frontal, afável, paciente, um líder corajoso”, lançou Cassamá.

O líder parlamentar do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), Califa Seidi começou por salientar que o falecido era uma pessoa que defendia, de uma forma exemplar, os ideais de uma Guiné-Bissau livre, independente, democrática e próspera.

Numa leitura serena, Califa Seidi considera António Inácio Gomes Correia de um guineense que dedicou toda a sua vida à causa da justiça social no país, assim como de um militante da primeira hora do PAIGC’, que na sua opinião, nunca ‘vacilou’ perante as dificuldades, mas sempre se entregou incondicionalmente ao partido libertador.

Em nome da bancada parlamentar do Partido da Renovação Social (PRS), o deputado Joaquim Batista Correia considera que a Assembleia Nacional Popular e a classe política em geral ficou ‘pobre’ com o desaparecimento físico do 1.° Vice-presidente da ANP, António Inácio Gomes Correia. Destacou ainda as caraterísticas que diz serem ‘únicas’ do malogrado.

As bancadas parlamentares da União para a Mudança (UM) e do Partido da Convergência Democrática (PCD) destacaram a frontalidade do falecido deputado da Nação, Tchim.

No cortejo fúnebre destacam-se as presenças de familiares, militantes do PAIGC, cidadãos comuns, políticos de diferentes formações políticas, membros do governo, representantes dos corpos diplomáticos, ex-dirigentes do país, representantes dos organismos internacionais e chefias militares.

A Missa do corpo teve lugar na Sé Catedral de Bissau sob homilia do Padre Domingos da Fonseca. Depois das orações, os restos mortais do malogrado António Inácio Correia foram a enterrar no cemitério municipal de Bissau.